sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Der Rosenkavalier por Kleiber

Quando fala-se da fámilia kleiber, eu sinceramente tenho uma plena afinidade com o Carlos mais que com o Erich, mesmo que o repertório e o jeito do pai passou para o filho. á inegável a qualidade do trabalho de Erich, mas o seu filho uma coisa que nunca vi, um Tristan com uma interpretação apaixonante, e buscarei postar ak em breve.

Mas a interpretação de "Der Rosenkavalier" é um ponto para Kleiber pai, pois ele faz um trabalho de regencia e com um elenco que eu nunca vi igual. De certa forma Kleiber viveu junto a Viena que Strauss era conteoporaneo, e principalmente, Erich sabia a Viena que Strauss queria mostrar. è notável a gravação que seu filho fez, mas o seu pai contou com trinfos que são impagáveis, como a voz de Sena Jurniac e Hilde Gunden, cantoras que compreendiam da estetica straussiana e sabiam muito bem o que deveriam fazer.
Os dramas urbanos de Der Rosenvalier nunca foram melhores tocados, só talvez por Herbert von karajan ou Solti, mas é impagável o que Kleiber fez com a ópera.











Der Rosenkavalier by Richard Strauss performed in German
Conductor Erich Kleiber - 1954(STU)
Orchestra - Wiener Philharmoniker
Chorus - Wiener Staatsoper
Marschallin - Maria Reining
Octavian - Sena Jurinac
Sophie - Hilde Güden (Gueden)
Der Baron Ochs auf Lerchenau - Ludwig Weber
Faninal - Alfred Poell
Valzacchi - Peter Klein
Annina - Hilde Rössl-Majdan
Ein Sänger - Anton Dermota
Marianne Leitmetzerin - Judith Hellwig
Polizeikommissar - Walter Berry
Der Wirt - Erich Majkut
Ein Notar - Franz Bierbach
Der Haushofmeister bei der Feldmarschallin - Harald Pröglhoff
Der Haufhofmeister bei Faninal - August Jaresch
Tierhändler - Erich Majkut
Modistin - Berta Seidl
Die drei Waisen - Wilfriede Loibner
- Elfriede Hochstätter
- Maria Trupp
http://www.4shared.com/file/111506737/6ce3a1f3/DerRosenkavalier_Kleiber_CD1.html
http://www.4shared.com/file/111702431/456c8cc3/DerRosenkavalier_Kleiber_CD2.html
http://www.4shared.com/file/111719486/d29d6e1a/DerRosenkavalier_Kleiber_CD3.html

sábado, 27 de junho de 2009

Tristão e Isolda por Bohm


Wagner sempre criou personagens que prendian-se ou ao meio sacro (Lohengrin) ou ao meio pagão (Siegfried), em um o personagem e ideal, noutro ele não é ideal, mas também não é real. Dentro do proprio romantismo a uma exaltação ao cavaleiro medieval, sacro e casto, que consegue lutar sem pensar em outras coisas. Quando Tristão e Isolda éde para morrer em pleno exase amoroso, eles estão em busca dum dos sentimentos mais supremos na visão romântica, a morte. Para o romantico a morte não é uma sanção punitória e sim uma salvação de um futuro infeliz, isto é um ideal que prevalecia, principalmente em T&I q os personagens não tem um futuro feliz, mas sim um momento agora bom, mas com um futuro desconhecido.
_ A música roda em torna do amor de De T&I, e conbsegue um objetivo de criar uma atmosfera amorosa delicada, mesmo com a potencia da orquestra. A música de Tristão e Isolda, foi e é uma inovação quando fala-se em música do séc. XIX, poi ela é obscura, com toques de um som diferente, acordes mal-resolvidos, e uma sensação de infinito. a regencia desta obra tem que varia da energia de Solti até uma cresente regencia de Furtwangler. Sinceramente, regentes como Beecham, Furtwangler, Solti e Karajan fizeram história, mas creio que um regente destaca-se na regencia desta obra, pelo seu vasto conhecimento não de Wagner, mas sim de Mozart.Ele fez uma mistura entre um jeito wagneriano com toques de Mozart em sua regencia que poucos conseguiram, com isto ele cria uma atmofera palatível, e muito gostosa de se ouvir.
_ è impossi´vel não destcar um elenco mais que primoroso nesta gravação. Birgit Nilsson tem uma qualidade de intepretação que é incrível. Sua potencia é divina, e ela ocila do repuúdio do primeiro ato a um intenso amor no II ato, que eu nunca vi comparável, só talves, Flagstad ou Modl. Windgassen não é meu tenor wagneriano favorito ára este papel, eu prefiro nomes como Kollo e Vickers, mas é inegavél que sua performace e de deixar mta gente de queixo caído. E por fim a interpretação de Christa Ludwig constrata muito bem com a de Nilsson, criando um timbre maternal muito interessante. Vale a pena baixar e se deliciar.







Tristan und Isolde by Richard Wagner performed in German
Conductor Karl Böhm - 1966(LC)
Orchestra - Bayreuth Festival
Chorus - Bayreuth Festival
Tristan - Wolfgang Windgassen
Isolde - Birgit Nilsson
Brangaene - Christa Ludwig
Marke - Martti Talvela
Kurwenal - Eberhard Wächter (Waechter)
Melot - Claude Heater
Hirt - Erwin Wohlfahrt
Steuerman - Gerd Nienstedt
Stimme eines jungen Seemanns - Peter Schreier












quarta-feira, 24 de junho de 2009

COMUNICADO

Eu já estava tirando umas Férias do blog por umas semanas, mas agora é oficial, irei postar mais algumas coisas até o dia 2 de julho e aí eu irei sair de férias até o começo de agosto. Compreendo que é um mês e que vcs talvez nem sintam falta, mas pe bom avisar, não é?

muito Obrigado

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Peças de Schoenber por Rattle


1 )Noite Transfigurada
2-5) Sinfonia para camâra No. 1
6-7)Sinfonia para Camâra No. 2

Cd2

1-5) Five songs for orquestra
6-15)Erwartung
16-26)Tema com variações, op. 31

Thomas Kaskuda, Viola
Valentin erber, Cello
Phyllis Gryn-Julson, soprano

City of Birmingham Symphony Orchestra
Birmingham Conteoporany Music group

Sir Simon Rattle

* na segunda sinfonia de camâra rege a "English Chamber Orchestra" o grande Jafrey Tate

Schoenberg inouvou o mundo da m´pusica com suas novas formas de concepção de atonalismo, neste box na EMI existe uma qualidade interpretativa incrível por parte de Rattle, um dos maestros mais renomados de hoje em dia, e ue fez um trabalho maravilhoso com esta orquestra de Birmingham. As sinfonias para camara refletem uma forma específica de Schoenberg dotadas de puro tensão, que causam um incomodo normal, e diferente aos ouvidos. Ele cria uma nova concpeção musical que poucos chegariam perto, no máximo Berg.
Uma das peças mais conhecidas da vida de Schoenberg é "Noite Transfigurada", que foi uma das poucas peças em que ele obteve um exito em vida. O poema sinfonico é lindo, e consquista qualquer ouvinte a primeira ouvida.(sic). I understand, people never ever agian likes the Schoenberg' music, but this is different, because, is a magical, and the powerfull, It's Hi-fi!!!!!
The opera's Erwartung (Espectativa) is the best lyrical composicion of Schoenberg . I really like them. the soprano Gryn-Julson was so amazing. BAIXE O CD.


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Salome por Ozawa

Colocamos aqui uma gravação com o selo Jessye Norman, não sei se isto quer dizer que é bom ou ruim, mas Jessye Norman é uma execelente cantora só com um ou dois tropeços (e uma tombo legal quando cantou Carmen...rsrsrsrs). Ela consegue quebrar o tabu da sensualidade exigida em Salomé? Se fosse por aspectos físicos até vai, por que Caballé cantou e encantou como Salomé no palco!!!!!! Mas Jessye Norman não é uma Monserrat Caballé e sim umaJessye Norman. Ela tenta e consegue em muitos momentos permanecer sua personalidade vocal com a da adolescente que é Salomé. Ela faz pianíssimo e vai devagar, para coseguir manter o estilo de uma adolescente sexy, mas você sabe quie é Norman, pois suas cores vocais foram mantidas. Ela faz um trabalho interessante com um jeito "Norman de ser". jessye estava numa fse de vários trabalhos com ozawa e creio que esta é um dos bons frutos desta parceria. O japa consegue reger melhor q mtos...

Falemos de James Morris, Creio que depois de Norman e Ozawa é um dos poucs nomes hiper-respeitados. Sua cor vocal é maravilhosa, como vimos em seu ring com Haitink e levine, e ela perde um pouco daquele brilho tão diferente nas notas de João Batista. Ela torna-se um homem um pouco nervoso, que não tem a compreenção de mundo que Sherril Milnes deu, ou aquela potencia Made in Bry Terfel e José Vam Dam. Mas em partes em que as notas tornan-se menos agresivas ele brilha e consegue até ser um profeta interessante. Seu duo com Norman fica interessante pois Norman encarna um espírito de uma mulher caral ao exremo, e ele encara o repúdio ao extremo. Em minha opnião as duplas de João - Salomé mais bem sucedidas não são Morris-Norman, mas sim Behrens- Vam Dam, Terfel -Studer, Terfel- Malfitano, Braun - Goltz, Jones - Fischer-Dieskau e Milnes - Caballé. Mas Morris dá inveja em qualquer outro baixo-barítono de sua geração, não importa quem seja.
Não sei o porque, mas os interpetes do casal antipático de Herodes e Herodias não são dos mais famosos, nem os mais capazes, Raffeiner tem uma voz escura e pouco lírica, parece (se não é) um Baritenor cantando um papel, sem adquirir mta profundidade pscicológica, ele fica as vezes com a voz "arrastada". Em "Salome Komm" ele nem árece exitado, parece mais um pai chamando um filho a Herodes chamando Salomé. Sua voz fica para dentro demais as vezes.
Witt é um caso aparte, Ela tem uma voz mais interessante, mas fica muito para soprano pouco antipatica.
Não sei se Norman fez isto para fazer sua atuação brilhar mais, mas os tutores de Salomé são cantores meia-boca.ela destaca-se claramente no final com uma atuação MARA do monologo de Salomé.

Salome by Richard Strauss performed in German
Conductor Seiji Ozawa - 1990(STU)
Orchestra - Dresdener Staatskapelle
Salome - Jessye Norman
Jochanaan - James Morris
Herodes - Walter Raffeiner
Herodias - Kerstin Witt
Narraboth - Richard Leech
Ein Page - Annette Markert
Erster Nazarener - Frank Schiller
Zweiter Nazarener - Harrie Peeters
Erster Soldat - Jürgen Commichau
Zweiter Soldat - Rolf Tomaszewski
Ein Cappadocier - Matthias Henneberg
Ein Sklave - Andreas Schmidt
Erster Jude - Andreas Conrad
Zweiter Jude - Karl-Friedrich Hölzke
Dritter Jude - Peter Küechler
Vierter Jude - Andreas Schmidt
Fünfter Jude - Günter Dreßler








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domingo, 7 de junho de 2009

Anna Bolena por Bonynge

Anna Bolena com Sutherland é um show a interpretação do bel-canto é MARAVILHOSA, p´rincipalmente com a interprete de Giovanna, eu queria poder falar mais, mas eu não tenho muito tempo, só adianto que é realmente uma interpetação maravilhosa, e a ópera em s, mesmo não sendo uma das mais executadas é muito boa.



Anna Bolena by Gaetano Donizetti performed in Italian
Conductor Richard Bonynge - 1987(STU)
Orchestra - Welsh National Opera
Chorus - Welsh National Opera
Anna Bolena - Joan Sutherland
Enrico - Samuel Ramey
Giovanna - Susan Mentzer
Percy - Jerry Hadley
Rochefort - Giorgio Surjan
Smeton - Bernadette Manca Di Nissa
Hervey - Ernesto Gavazzi
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sábado, 6 de junho de 2009

Werther por Plasson

Quando falamos em Massenet, estamos falando de uma música refinada que encontra-se no auge da música romantica francesa. Massenet destacou-se em sua época com uma música totalaemtne romantica, com uma delicadeza que não era presente em gounod ou mesmo Thomas. Sendo Massenet considerado da segunda fase do romantismo, ele consegrou a ópera francesa com obras maravilhosas como Manon, Thais, Herodiáde... Até em óperas mais desconhecidas por nós ele cria uma atmosfera maravilhosa, como em Esclarmonde e Ariana.
A música refinada de Mssenet faz-se criar atmosferas tão interessantes que iremos falar de algumas somente: Quando o nosso herói, Werther entra em cena, logo em suas primeiras falas cria-se um clima melancolico para ele, com um tanto daquele sentimento arcade de que o amor é melhor ploriferado no campo.
A música que exigida na personagem de Werther é diferente das outras, ela é triste e melancolica, e o personagem tem que caber a um tenor ou barítono com um timbre lírico, em que fique leve, flutuando sobre a música, e que assim mantenha-se a obra inteira. Goethe não era um romantico, por isto ele não idealiza Werther em um quadro Medievalista, por isto que ele morre no final com um suicidio. Se Werther fosse um herói romantico ele seria idealizado cnforme os valores medievais, no qual o suicídio não é cabível, outro motivo para que a voz para Werther não seja pesada, e viril, mas sim pura e juvenil, sem comprometimentos com o resto do mundo...
Para o nosso herói Massenet não dá difiuldades tecnicas quando comparadas a intepretativas, por isto alguns barítonos tem enfrentado o papel com exito, dentre eles Tomas Hampson. Mas querendo ou não querendo um dos grandes conhecedores do papel com certeza foi Alfredo Kraus, que não fica pessado na cena, e sim "flutua" aos ouvidos. Wether de Kraus é magnifico.
Ao contrário de Wether, o papel de Charlotte é mais interessante pois é uma mulher mais forte que o habitual. Ela valoriza a moral, e assim desenvolve uma música diferente. Por mais incrível qiue pareça, o mesmo que ocorre com Werther ocorre com Charlotte, ambos podem ser interpretados tanto por vozes de timbre grave como agudo. Charlotte é um papel que já foi cantado por Victora de Los Angeles, uma grande soprano, com um trabalho muito bem feito, mas eu sinceramente prefiro vozes como a de Régine Crespin para mais grave. Pois o timbre de mezzo normalmente é uma mulher vilã, ou antagonista, e num papel como Charlotte ela tem que ser uma mulher pura como as outras. Neste papel mostra-se se uma Mezzo é boa em sua capaciade interpretativa. Troyanos consegue isto com maravilhas, seu timbre é grande amplo e puro, e consegue ser claramente doce. troyanos faz uma Charlotte tão pura e sofrida como ninguém, e mostra como o papel cabe bem mesmo a uma Mezzo.
A regencia de Plasson é claramente francessa, mas também muito delicada e isto mantém um clima saboroso que estende-se para toda a obra. O regente, na época mais jovem que hoje, faz um trabalho espirituoso. Na minha opnião a escolha de elenco foi das mais inteligentes, pois a dupla Kraus e Troyanos só deve estar pálio, para mim com a Kraus e Crespin. Plasson faz a gravação ficar tão boa como seria em um palco de ópera "ao vivo", ele faz isto com uma qualidade de som que só a EMI tem.

Werther by Jules Massenet performed in French
Conductor Michel Plasson - 1979(STU)
Orchestra - London Philharmonic Orchestra
Chorus - Covent Garden Singers
Werther - Alfredo Kraus
Charlotte - Tatiana Troyanos
Sophie - Christine Barbaux
Albert - Matteo Manuguerra
Le Bailli - Jules Bastin
Johann - Jean-Philippe Lafont
Schmidt - Philip Langridge
Brühlmann - Michael Lewis
Kätchen - Lynda Richardson

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