eu não vou deixar incopleto o ciclo de gravaçõessó vou dar uma pausa, para corrigir uma injustiça que fiz com Millo, tendo uma pequena conversa com um amigo meu, cantor de ópera, ele disse que crê ela não tem nada de ardida em sua voz, e que ao contrário, ela tem uma interpretação maravilhosa, e que até gravou pouco, e sua Aida era referencial. Não sou de dar com as informações os outros e acata-las de cara, mas também não vou ser cabeça dura, e não rever um pouco de Millo para melhor avaliala. Então começei com uma pesquisa básica no youtube, e começei a ouvir uma gravação com som duvidoso dela numa ária numa lingua bem estranha, que o tchco de rusalka (Mesicku Na Nebi Hlubokem), e não achei muito boa, até um tanto agressiva, mas o som ERA bem duvidoso, e ária em tchco não era para ser um forte dela. Fui vendo videos mais decentes, com árias mais italianas. Em a maravilhosa ária de Liú "Tu che di gel sei cinta", mesmo com som duvidoso, ela saiu-se bem em seus pianíssimos, e foi berm comovente, mas aí eu logo lembrei, até a voz de Eva Marton ficou boa nesta aria, mas já estava menos agressiva, mas ainda assim a voz era ardida. Ouvi logo depois, a interpretação da mesma ária pela Tebaldi em estpudio, e já compreendi que fazer comparação com uma gravação em est´´udio com a Tebaldi, com a Millo com som duvidoso é covardia.Então peguei sua gravação como Ameila, em Un ballo in maschera, e digo que este papel é com certeza de quatro sopranos (Marg. Price, L. Price, Nilsson E Callas), e Millo não tem um trabalho interpretativo tão bom quanto elas, mas ´da um bom trabalho, mesmo que eu achei sua voz ardida, e pesada, tudo ela dá um peso demasiado.Mas ela não das piroes coisas, então coloco ela ak a vossa disposição.
http://www.4shared.com/file/73393886/dc4f5045/Aida-Domingo_Millo-Levine-CD1.html
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Aida por Levine
terça-feira, 19 de maio de 2009
Erwartung por James Leine

Esta é a minha psotagem No. 100 !!!! (Oh!!!!!!!!!!), e eu vou postar com Schoenberg. É isso aí, vamos dar uma pausa da música tonal, para pularmos para o extremismo de SChoenberg. A música de Erwartung é pesada, mas saborosa. Você tem nesta [opera que é um monologo musical, toda uma música pesada que as vezes se torna tão sublime. A orquestra não é das maiores, mas tem parecer grandiosa quendo nescessário. A ópera dura uns 30 minutos, mas é um papel que poucas sopranos já toparam, por que? As exigencias interpretativas exigem uma soprno a lá Ewing ou Stratas, daquelas que nem tem a melhor voz, mas são literalmente grandes atrizes, elas não tem um timbre de voz mto definida cantam Salome à Carmen, mas interpretão melhor do que cantam. Mas as exigencias vocais exigem uma soprano dramático, com uma boa potencia, pronuncia do alemão impecável, além de uma voz com um timbre bem vaíável. Neste contexto é obvio que a soprano Jessye Norman seria uma escolha certeira para esta ópera. Ela sempre mostrou-se uma das sopranos dramáticos mais eficasses de seu tempo, com a melhor pronuncia do alemão que uma americana já fez. Sua capaciade interpretativa é mto boa, msotra-se plena em Dido e Enéas, ou em Salomé. Norman já alegou que Erwartung foi o papel mais dificil de sua carreira.
Quem se juntaria depois a Norman como uma interprete do papel, mas sem tanta gloria como Norman seria a americana Alessandra Marc, que também é uma grande soprano, mas não chegou perto de Norman, ou de cantoras como Anja Silja ou Jane Martin.
A regencia de Levine não é tão interessante como a de um maestro especialista em música expressionista como Boulez, mas até que dá para o gasto. Levine sempre foi um prodpigio e as vezes parece que tudo que ele faz é ouro, mas quando fala-se em Schoenberg, Weber e Berg, ele não é dos maiores regentes, e talvez nbem tenha se preocupado com isto. Este talvez seja o único ponto baixo desta gravação a regencia + ou - de Levine, já que quando se fala de Schoenberg um [otimo regente é essencial. Mas gente não quer dizer que Levine seja um regente ruim, em outros geberos sua regencia energica é maravilhosa (Hoslt por exemplo), mas nesta gravação ele podia ter deixado outro cara para reger...
Outra coisa interessante é que Levine sempre teve um ótimo trabalh0 com Jessye Norman e esta gravção esta bem colocada para quem gosta da dupla.
Na regencia dos lieder, ele mostra-se outra pessoa, e ela também, com uma qualidade incrível.
Só consegui o texto traduzido de Erwartung, mas já é legal ter noção do libreto. E compara-lo com a evolução da música em que Norman canta, tá aí:
ivo barroso
erwartung
A esperança é o desespero de quem espera...Esperar... esperar...A espera cansa...E quando chega o instante em que se mudaa longa expectativa em sólida evidência;quando a sombra se esvai e os dedos tocamnão mais a treva mas a carne fria,o corpo morto...– Aí então em sonolência a sombra descee em noite se desfaz a luz do dia.O bosque da esperança, as árvores do sonho,os longos ramos da suposição,as flores de um suposto encontroou reencontro,a volta ao tempo que, irremediável, passou... (passou, e nada há de fazer com que ele volteou que retorne ao que já fora antes)...– Tudo então se desfaz nessa ilusão que morre,e nada resta a quem esperasenão morrer também com o sonho mortoou – mais difícil – admitir que um sonho,por mais belo que seja, também morre,também pode morrer...Eu sou o amor que essa mulher procurano bosque desta vida.Eu fui o seu amor... Comigo teveum sonho que viveu um dia e quer agoranovamente viver – sabendo-o morto. Ela também foi meu amor, confesso,e lamento que a tenha abandonado. Tudo entre nós parecia feito para durar por toda a eternidade...Mas de súbito,na noite que chegava pela longa estrada...a lua pálida... as nuvens... a sombra da asa negra de um pássaro contra o céu de estanho... – eu vi os braços brancos da mulher que estavapela força dos astros destinada a mim.Seus gestos me chamavam como o vento nas velas de um navio, impelindo-o para o mar aberto... o desconhecido... a sonhada visão de uma ilha perdida.Passava o dia ao lado desta pobre mulher que ainda me procura;meu hálito acariciava suas faces... a mão os seus cabelos... a boca atormentada buscava na ilusão a sua boca...Mas quando vinha a noite, a sombra, a lua, quando a feiticeira de pálidos braços me acenava, era como se a morte visitasse meu corpo e, frio, ali ao seu lado, só meu cérebro ardia de paixão e fuga...Até que um dia a branca visão veio entregar-me a mortalha cruel do desafeto em que devia... envolver... o amor antigo. O amor que morre é sem retorno.Não se recompõe a luz que se dissolve em sombras.Não há como deter os pés do Tempo,arrancar as asas das horas,calar a boca voraz dos minutos.A vida é uma sucessão de enganos que tomamos por acertos. Mas tão grande era aquele amor que nos unia,o amor que sempre ela teve por mim e que eu lhe tinha... que... Será tudo ilusão? Os olhos vêem? Estamos realmente vivosou o sonho se prolonga pelo espaço de uma vida?O amor que morre é sem retorno.Não se recompõe a luz que se dissolve em sombra.Há um ano eu lhe tomava a mão pela primeira veze ela sentiu que nunca havia amadoninguém antes de mim tão fortemente...Há três dias que saí de casa e sei que por três diasela esperou segura a minha volta...E não voltei...Já não posso mentir para mim mesmo.Ela sabe que outra mulher desperta agoracarinhos, beijos, atenções, cuidadosque foram seus...Ela sabe...Mas mesmo assim me espera, numa expectativanão mais tranqüila e sedentária,mas numa esperança que se desespera.Nesse desespero de quem vai em busca,parte à procura e, mendigando, indaga:Onde estaria?Um desastre? Um equívoco? Um descaminho?Onde estará? – pergunta onde estarei,não querendo admitir que para elaeu já esteja morto sem que tenha havidoo embarque fatal para o Desconhecido.***Ei-la que chega ao bosque emaranhadodas boas intenções e amargos desenganos desta vida.Vem à minha procura...As árvores... os galhos... as sombras... as suspeitas...tateia tudo com indecisão...Qualquer ruído a assusta... o som do vento na folhagem...a luz da lua pálida... “ali sozinha...num sonho sem limites e sem cores... pois seu limiteera o lugar onde eu estava... e todas as cores deste mundo brilhavam nos meus olhos”...Grande é a responsabilidade de quem ama;inda maior a de quem é amado.Eu poderia viver se ela admitisse que eu morri,mas em seu coração apunhaladogoteja a esperança, a esperança de que eu esteja vivo,de que seu sonho morto esteja vivo.Ah, dói-me a crueldade. Tremi quando afogueio amor antigo, o sonho juntoque por um tempo sonhamos acordados.Mas que fazer? O amor é uma desgraça que se disfarça de bem. Um malefício mascarado de bênção.Uma tortura fantasiada de prazer. Uma bebida mortal que ingerimos com a volúpia de quem faz um brinde. Um equívoco que é a razão de todo acerto desta vida. Choro por ela, por nós dois. Mas impossível será fechar meu peito àqueles braços brancos que tão tarde, e tão extemporâneos se abriram para mim. Àqueles olhos que me indicam não o rumo que sonhei mas todos os caminhos que não ousei sonhar. Àquela testa luminosa de licorne na orla da floresta. Àquela voz que me sussurra: “Este amor é inelutável. Um desígnio dos astros.Quando ainda éramos pó ou pedra dos caminhos, há milhares de anos, um vento soprou do Além para juntar-nos. Alguém nos astros traçou nosso destino”.Como dizer tudo isto a essa mulher que ainda me procura perdida à noite numa selva escura? Sei que meu beijo é para ela como um farol na escuridão. Mas ao seu lado eu estaria na treva e vejo a luz em outra direção.Que não me veja... Que me sinta e me toque como se eu fosse um tronco morto. Que eu próprio esteja morto como o sonho que morreu... Minha esperança é de que ela entenda e saia deste bosque em busca de outro sonho, que o encontre em glória como encontrei o meu.
Este poema foi composto como uma tradução do original em alemão, e que foi usado no TMdo RJ para não usaarem legendas...
Coloquei um quadro de Georg Baselitz, por que eu acho que ele se parece m pouco (não mto) com o clima tenso da ópra de Schoenberg.
1 -9. Erwartung, Op.17
10. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Galathea
11. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Gigerlette
12. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Der genügsame Liebhaber
13. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Einfältiges Lied
14. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Mahnung
15. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Jedem das seine
16. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Seit ich so viel Weiber sah
17. Cabaret Songs for voice & chamber orchestra - Nachtwandler
Jessye Norman
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James Levine
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
AIDA por James Levine
Se eu fosse nomear as cantoras que eu mais odeio, Aprille mIllo é uma das 15+, só se salva pelo fato de sua Aida (seu único papel decente) ser boa. domingo é aquilo que sempre que vemos não dá para dizer q tá ruim, e Zadick (sic) tem uma Armenis que hoje em dia está bem melhor do que em 1989, mas vale a pena a mezzo é bacana, o resto desta aida pe com uym elenco bom, muito bom. Para quem quiser ver, eu não vou escrever muito.
GIUSEPPE VERDI:
AIDA - DOMINGO / LEVINE
AIDA: Aprile Millo
RADAMES: Placido Domingo
AMNERIS: Dolora Zajick
AMONASRO: James Morris
RAMPHIS: Samuel Ramey
THE KING OF EGYPT: Terry Cook
THE HIGH PRIESTESS: Hei-Kyung Hong
A MESSENGER: Charles Anthony
http://www.4shared.com/file/73393886/dc4f5045/Aida-Domingo_Millo-Levine-CD1.html http://www.4shared.com/file/73399976/35a8c6d9/Aida-Domingo_Millo-Levine-CD2.html http://www.4shared.com/file/73436131/ce65ff89/Aida-Domingo_Millo-Levine-CD3.html
GIUSEPPE VERDI:
AIDA - DOMINGO / LEVINE
AIDA: Aprile Millo
RADAMES: Placido Domingo
AMNERIS: Dolora Zajick
AMONASRO: James Morris
RAMPHIS: Samuel Ramey
THE KING OF EGYPT: Terry Cook
THE HIGH PRIESTESS: Hei-Kyung Hong
A MESSENGER: Charles Anthony
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segunda-feira, 13 de abril de 2009
Parsifalpor Levine
é inquestionável o nfato que o MetOpera se tornou a casa de ópera mais importa das américas, se não do mundo. E isto não é de hoje. O MetOpera ostenta e pode. Mas o assunto não é só este, temos ak uma gravação com a casa oferecendo sua orquestra e coro, além de um de seus regentes mais influentes, que é James Levine. Plácido Domingo consegue num só passo um auge que poucos conseguiriam, não é? Ele pode até não ser o mellhor tenor para Wagner, mas repito, vale o esforço. Jessye Normancomo Kundry (é para ficar feliz ou desconfiar?) a voz da soprano é leve para o papel, e ele tem uma visão de algumas cenas com um gosto duvidoso, mas como sempre Mrs. Norman tem um potencial e capacidade interpretativa que faz de novo um shw, ela consegue fazer igual em Sieglinde, em que sua voz ficava pouco doce e elea contornou a situação uma Sieglinde rica em emoções, em Kundry é o mesmo, ela consegue fazer uma complexade maravilhosa nas emoções da mulher, e na miunha opn~ião ela se juntou em seu tempo com Meier para ser uma das melhores Kunrys de seu tempo.
Nós temos um segubdo ato cheio de emoçoes, com a Kundry pesada, que perde um pouco de sensualidade, mas interessante de Jessye Norman. As vozes de James Morris e Kurt Moll, são the greatest voices for this roles in 90' yaers, isn't? I think who is better than Kurt Moll in his roles? But I'm a zero left, because(sic), somente sua opnião importa.
ak tá Parsifal com james Levine.
Parsifal: Plácido Domingo
Kundry: Jessye Norman
Gurnemanz: Kurt Moll
Amfortas: James Morris
Klingsor: Ekkehard Wlaschiha
Titurel: Jan-Hendrick Rootering
Chorus and Orchestra of the Metropolitan Opera,
cond. James Levine.
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Nós temos um segubdo ato cheio de emoçoes, com a Kundry pesada, que perde um pouco de sensualidade, mas interessante de Jessye Norman. As vozes de James Morris e Kurt Moll, são the greatest voices for this roles in 90' yaers, isn't? I think who is better than Kurt Moll in his roles? But I'm a zero left, because(sic), somente sua opnião importa.
ak tá Parsifal com james Levine.
Parsifal: Plácido Domingo
Kundry: Jessye Norman
Gurnemanz: Kurt Moll
Amfortas: James Morris
Klingsor: Ekkehard Wlaschiha
Titurel: Jan-Hendrick Rootering
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sábado, 11 de abril de 2009
Parsifal por Levine
Esta gravação se torna ao meu ver uma das mais importantes que já foram gravadas. Não por Plácido Domingo ou James Levine, mas sim por ser a última vez em que a soprano Gwyneth Jones cantou, por isto é que é importa falarmos muito dela.
Domingo já estava com ums boms anos de carreira quando começou a se dedicar a obra wagneriana, mesmo já tendo gravado papeis como lohengrin, ele começa apartir de 1988 com um trabalho ao lado de Sinopoli nas ópera Tannhauser e Der fliegende Hollander. Seu trabalho com a obra de Wagner, na minha opnião é meio italianizado, mas é exforçado, e creio que dos papéis wagnerianos o que melhor lhe coube depois de Lohengrin é Parsifal. Ele busca um aémão fiel, mesmo que ele tem agudos que ele faz igual quando canta Verdi oq não é muito legal para o meu ver.
James Levine foi um menino prodigio com um trabalho no MetOpera muito legal, ele é um regente muito energíco, e para alguns isto não é bom num trabalho Wagneriano, mas ele é muito interessante quendo se trata de momentos em que a energia aflora como no segundo ato de Die Walkure.
Mas o show mostra a perfeita forma da soprano Gwyneth Jones que termina sempre fiel ao repertório dramático, não baixando o timbre para papeis de mezzo-soprano, pois Jones é uma das poucas sopranos dramáticos que conseguiu um trabalho conservação vocal maravilhoso. Ela sempre cantou papéis como Ortrud, Brunnhilde ou Elektra, e nunca foi Klytämnestra ou Elsa, como suas companheiras Astrid Varnay, Leone Rysanek, Anja Silja... Ela teve um intenso repertório que poderia ter danificado muito sua voz se não fosse seu trabalho de conservação, como em paéis como Turandot, que estragam a voz de várias sopranos.
Numa carreira de 33 anos ela teve um trablho sempre com o mesmo repertório dramático e com visões surpreendentes, como sua Brunnhilde que gravou com Boulez, e em 1995 ainda cantava o papel no MetOpera de NY.
Sua Kundry tem lá seus problemas por causa da idade, mas fala sério ela consegue superar muitas das interpretes da concorrencia jovial, em 1995 as únicas que poderiam super-la ou iguala-la eram Meier (a melhor Kundry que podemos ter) e na minha opnião Jessye Norman.
As sensuais passagens obscuras do segundo ato são executadas com toda a eficaca da madura e gloriosa soprano.
O elenco tem nomes interessantes como Gurnemanz de Robert Lloyd que eu gostei muito. e Nomes como Paul Plishka. Vale a pena ouvir.
Metropolitan Opera House April 22, 1995
Parsifal
Parsifal................Plácido Domingo
Kundry..................Gwyneth Jones
Amfortas................Wolfgang Brendel
Gurnemanz...............Robert Lloyd
Klingsor................Donald McIntyre
Titurel.................Paul Plishka
Voice...................Stephanie Blythe
First Esquire...........Joyce Guyer
Second Esquire..........Kathryn Krasovec
Third Esquire...........Paul Groves
Fourth Esquire..........Charles Anthony
First Knight............Anthony Dean Griffey
Second Knight...........Raymond Aceto
Flower Maidens: Mary Dunleavy, Yvonne Gonzales Redman, Joyce Guyer, Kristine Jepson, Emily Pulley, Wendy White
Conductor...............James Levine
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Domingo já estava com ums boms anos de carreira quando começou a se dedicar a obra wagneriana, mesmo já tendo gravado papeis como lohengrin, ele começa apartir de 1988 com um trabalho ao lado de Sinopoli nas ópera Tannhauser e Der fliegende Hollander. Seu trabalho com a obra de Wagner, na minha opnião é meio italianizado, mas é exforçado, e creio que dos papéis wagnerianos o que melhor lhe coube depois de Lohengrin é Parsifal. Ele busca um aémão fiel, mesmo que ele tem agudos que ele faz igual quando canta Verdi oq não é muito legal para o meu ver.
James Levine foi um menino prodigio com um trabalho no MetOpera muito legal, ele é um regente muito energíco, e para alguns isto não é bom num trabalho Wagneriano, mas ele é muito interessante quendo se trata de momentos em que a energia aflora como no segundo ato de Die Walkure.
Mas o show mostra a perfeita forma da soprano Gwyneth Jones que termina sempre fiel ao repertório dramático, não baixando o timbre para papeis de mezzo-soprano, pois Jones é uma das poucas sopranos dramáticos que conseguiu um trabalho conservação vocal maravilhoso. Ela sempre cantou papéis como Ortrud, Brunnhilde ou Elektra, e nunca foi Klytämnestra ou Elsa, como suas companheiras Astrid Varnay, Leone Rysanek, Anja Silja... Ela teve um intenso repertório que poderia ter danificado muito sua voz se não fosse seu trabalho de conservação, como em paéis como Turandot, que estragam a voz de várias sopranos.
Numa carreira de 33 anos ela teve um trablho sempre com o mesmo repertório dramático e com visões surpreendentes, como sua Brunnhilde que gravou com Boulez, e em 1995 ainda cantava o papel no MetOpera de NY.
Sua Kundry tem lá seus problemas por causa da idade, mas fala sério ela consegue superar muitas das interpretes da concorrencia jovial, em 1995 as únicas que poderiam super-la ou iguala-la eram Meier (a melhor Kundry que podemos ter) e na minha opnião Jessye Norman.
As sensuais passagens obscuras do segundo ato são executadas com toda a eficaca da madura e gloriosa soprano.
O elenco tem nomes interessantes como Gurnemanz de Robert Lloyd que eu gostei muito. e Nomes como Paul Plishka. Vale a pena ouvir.
Metropolitan Opera House April 22, 1995
Parsifal
Parsifal................Plácido Domingo
Kundry..................Gwyneth Jones
Amfortas................Wolfgang Brendel
Gurnemanz...............Robert Lloyd
Klingsor................Donald McIntyre
Titurel.................Paul Plishka
Voice...................Stephanie Blythe
First Esquire...........Joyce Guyer
Second Esquire..........Kathryn Krasovec
Third Esquire...........Paul Groves
Fourth Esquire..........Charles Anthony
First Knight............Anthony Dean Griffey
Second Knight...........Raymond Aceto
Flower Maidens: Mary Dunleavy, Yvonne Gonzales Redman, Joyce Guyer, Kristine Jepson, Emily Pulley, Wendy White
Conductor...............James Levine
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