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quarta-feira, 27 de maio de 2009

Salome por Karajan

O timbre de Behrens mudou muito com o tempo, por vários motivos, em sua atuação como Brunnhilde, em 1989 vc comprova isto. Ela tinha um timbre perfeito para Salomé em 1978 quando ela gravou com Karajan. Se adequava claramente ao quesito: Voz de Isolda, com atuação de uma adolecente. Ela tinha uma voz doce, delicada e suave, muito sedutora como fica clara em "Ich will nicth bleiben". Sua personalidade mais possessiva fica mais presente em "Ich wunsche mit ihm zu sprechen" por exemplo. Em "Du Wirst das fur mich tun, Narraboth, nicht mahr?" Berhrens faz um trabalho com a voz, em que não a uma pronuncia tão preocupada quanto com a sensualidade. Ela torna-se envolvente, e aos sons da orquestra de Viena, com a batuta de Karajan ela consegue fazer mágica, tornando a personagem e os sopros da orquestra com uma extrema beleza, nunca vista de igual grandeza. A severidade de João Batista é perfeita na personagem que JOsé vam Dam mostra-se um baixo-barítono potente, claro e de frases marcantes. Ele tem uma voz forte, em que a personalidade de João Batista é posta a nbossas frentes com todo um trabalho completíssimo. Sua voz envolve com a de Behrens criando duas personalidades distintas. O homem santo e a mulher profana. Essa união surge uma mússica marcante que ecloda apartir do primeiro olhar da Salomé a João Batista. A apaixonada Salomé surge inicialmente em "Jochanann! Ich bin verliebt..." Em que Behrens desenvolve um timbre tão apaixonada que poucas sopranos conseguiram. Pois ela não cai em execessos, ela fica apaixonada claramente, com um timbre muito bonito, e um lirismo, mesmo em passagens tão dramáticas. Ela faz um show até em seu último apelo direto, em que João Batista volta para sua cova. Surge depois de um interlúdio a voz de Herodes e Herodias, casal antipático que Bohm conseguiu ficar aquém, e Baltsa ainda estava muito nova para Herodias, pois ela era mais nova que Behrens!!!

A regencia de Karajan sobrepõe a vários momentos, mas fica claro que esta é talvez a melhor Salomé já gravda. Só comparada a de Solti, Moralt, Krauss e Sinopoli.



Salome by Richard Strauss performed in German
Conductor Herbert von Karajan - 1977-78(STU)
Orchestra - Wiener Philharmoniker
Salome - Hildegard Behrens
Jochanaan - José van Dam
Herodes - Karl-Walter Böhm
Herodias - Agnes Baltsa
Narraboth - Wieslaw Ochman
Ein Page - Helgä Angervo
Erster Nazarener - Jules Bastin
Zweiter Nazarener - Dieter Ellenbeck
Erster Soldat - Gerd Nienstedt
Zweiter Soldat - Kurt Rydl
Ein Cappadocier - Helge von Bömches
Ein Sklave - Horst Nitsche
Erster Jude - Heinz Zednik
Zweiter Jude - David Knutson
Dritter Jude - Gerhard Unger
Vierter Jude - Martin Vantin
Fünfter Jude - Erich Kunz

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domingo, 24 de maio de 2009

Lulu por Ludwig

Lulu pe uma ópera que pode ser destacada por vários aspectos: Sensualidade, Realismo exagerado, A falta de idealização, As cenas violentas, os vários casamentos da "heroína", seu clima obscuro musicalmente falando... Mas o que para mim é mais claro é TEATRALIDADE. Ludwig sabia disto muito bem. Ele busca que haja um clima bem de teatro, desde um começo com um tema de circo, a pronuncia impecável do alemão, em que perde algumas características da voz para a prórpia fala da cantora. Como eu ouvi uma vez: "lulu não é um papel com muitas dificuldades tecnicas, é um papel em que a cantora tem que ser uma grande atriz, encarar o seu papel e sua sensualidade. Por isto o destaque de cantoras com vozes menores, ou de diferentes timbres como Teresa Stratas a Anja Silja. [...] Stratas mesmo, sua voz não funciona no palco, mas no estpudio ela prova ser uma grande atriz".
Falando em teatralidade, a soprano Annaliese Rothenberger, tem um curriculo interessante. Participou ativamente em um repertório em que sua voz melhor dispos, o de Mozart, mas fez um trabalho muito bom em Strauss, ms sempre ligado a compossições em alemão. Sua voz era dotada de um conhecimento grande do papel de Lulu quando ela o gravou, não por telo cantado várias vezes no palco, mas pro que ela realmente o estudou.
Lulu é uma ópera em que só treês personagens merecem discussões, Lulu, a Condessa e Alwa. Para Lulu há um drama em que a ersonagem tem que se motrar uma psicopata como Leticia Sabatella faz em "Caminho das Índias". Lulu vária da sensualidade a moral de forma incrível, mas é uma pscicopata. A Condessa tem que ser uma mulher que ama, dentro já do escandalo homossexual em que o personagem encontra-se. Uma personagem como ela foi algo polêmico, mas mostra que estas coisas não datam de hoje. ela tem que ser uma mulher que ama, e ter um timbre belo, rico e cheio, como o de Meyer (a Waltraud Meier, uma gramde mezzo de nosso tempo, tambpem cairia muito bem neste papel), mas a amesma voz treatal de Lulu é para a Candessa. Alwa é o tenor com um timbre tambpemn muito bonito, mas com as mesmas teatralidades, neste personagem exige-se mta coisa para a teatralidade como o que pede-se ao pintor.
a regencia de Leopold é dotada de toda a sensualidade e lirismo que a ópera é pedida. Mas em Lulu é nescessário. Ele aproveita-se das sensuais passagens de lulu com uma forma diferente a visão de outros, creio que é a melhor versão, depois da de Boulez. Melhor que é a´única digna da de Boulez para concorrer com esta.
O libreto de Lulu é enorme, e quem á o viu sabe bem o que digo, mas esta versão é antes do terceiro ato estar completado, graças ao escandalo de Helen Berg.

Lulu by Alban Berg performed in German
Conductor Leopold Ludwig - 1967(LC)
Orchestra - Hamburger Staatsoper
Lulu - Anneliese Rothenberger
Gräfin Geschwitz - Kersten Meyer
Dr Schön - Toni Blankenheim
Alwa - Gerhard Unger
Schigolch - Kim Borg
Der Maler - Erwin Wohlfahrt
Der Prinz - Jürgen Förster
Eine Theater-Garderobiere - Maria von Ilosvay
Der Theaterdirektor - Karl (Carl) Otto
Der Athlet - Benno Kusche
Der Gymnasiast - Elisabeth Steiner
Ein Kammerdiener - Kurt Marschner
Der Tierbändiger - Benno Kusche
Der Medizinalrat - Ernst Wendt

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sábado, 23 de maio de 2009

Ariadne auf Naxos por Karajan


Segundo minhas fontes esta foi a primeira gravação de estúdio de Aridne. Karajan prova como era um bom regente nela. No prólogo, nós temos um recitativo alternado de algumas árias e cenas muito mais para o comico, nele surge um personagem que se destaca entre os demais: O compositor. Nele Strauss encaminha uma Mezzo, mesmo que ele foi muito bem interpretado por grandes sopranos, e aqui nós temos quem o próprio Strauss alegou ser a melhor interprete de o compositor: Seefried. Ela tem uma voz sólida como o compositor quiria, e consegue adaptar-se bem as qualidades vocais exigidas. O papel não é díficil, e por isto mesmo é díficil marca-lo com uma boa interprete.Na ópera, em que o ambiente é considerado mais sério, austero. Surge um nucléo cômico, o de Zerbinetta (Rita Streich) e um seríssimo, o de Ariadne (Elisabeth Schwarzkopf). A ópera começa já com um prelúdio TDB bem souva e as ninfas numa linda forma de connteplar o sono e sofrimento de Ariadne. Este trio é comandado por Nayde (Lisa Otto), grande soprano, que mostra-se mto bem em suas qualidades vocais. o trio entra em uma perfeita harmonia em vocalizes, que são interrompidos por Ariadne, que acorda mostrando-se uma música mais dramática. Nas frases como "Und ist ja doch kein Lebe, das ich lebe!" (Não é nenhuma vida, essa que que eu vivo!) ela tem que mostrar um núcleo de dramáticidade que a nossa diva alemã Schwarzkopf desempenha com extrema facilidade, mas mostrando o sentimento de perda.A segunda parte deste primeiro monologo é o sonho de Ariadne, que é trabalhado de uma forma bem diferente. Nesta parte pe que Ariadne tem que mostrar-se uma moça com uma voz mais lírica e sonhadora, om um tanto de exigencias mozartianas. As frases são bem trabalhadas e dotadas de um lirismo que poucas conseguiram. Schwarzkopf é uma dessas poucas. Depois temos mais uma interrompição para a grandeária de Ariadne "Es gibt ein Reich, wo alles rein ist:" (Existe um reino, um lugar onde tudo é puro). Nesta ária além de uma soprano potente e sonhadora ela tem que ter momentos de um sentimento de vitoriosa, alternando com a tristeza que vem logo em seguida. O trabalho feito por Ariadne é imenso, não em dificuldades tecnicas, mas mais para interpretativas, pois num geral este papel é considerado fácil.
Zerbinetta interrompe, e decide ter uma conversa de mulher para mulher, nesta parte é que surge a grande dificuldade tecnica: a ária de Zerbinetta. Meu Deus! Que ária difícil! Rita Streich deve ter parado de cantar o papel ao vivo com medo disto se bovear. Mas Streich da um show por dois motivos; primeiro é que nós não estamos num lugar onde ela pode desafinar, já que é um estudio. Sopranos experientes já pisaram na bola nas coloraturas desta ária (diz a lenda que até Natalie Dessay, mesmo que eu não creio nisto). Streich consegue manter a jovialidade da personagem e a tecnica sem errar em nada, é um milagre que Karajan tenha a escolhido, e não outro regente como Bohm, já que era a maior candidata para este papel a D. Hilde gunden, mui amiga de Karajan, digasse de passagem; Segundo Streich sempre foi uma soprano que só canta quando está muito segura sobre umm papel, e só cantou Zerbinetta, e em estúdio por estar SEGURA.
Para fechar a ópera é nescessário um grande tenor, que tenha mais voz que tecnica, mas que consiga ser imponente, este é o Baco (Rudolf Schock), que consegue ser o grande salavador para o lindo duo final. Ele tem que ter um timbre claro, víril, e uma pronuncia maravilhosa, mas tem que ser apaixonado. Schock tenta e consegue alguma coisa, não muito.
A regencia de Karajan é muito boa, pois é pontuada quando nescessária, e altamente "sem compassos", em outros momentos. ele extrai da orquestra que foi criada pelo marido se Schwarzkopf (Lege), a Philarmonia Orchestra, o seu melhor, vale a pena estagravação se voce busca um prazer, principalmente a parte denomindada "ópera". Baixe e comente.




Ariadne auf Naxos by Richard Strauss performed in German
Conductor Herbert von Karajan - 1954(STU)
Orchestra - Philharmonia Orchestra
Ariadne - Elisabeth Schwarzkopf
Komponist - Irmgard Seefried
Zerbinetta - Rita Streich
Bacchus - Rudolf Schock
Musiklehrer - Karl Dönch
Harlekin - Hermann Prey
Truffaldin - Fritz Ollendorf
Brighella - Helmut Krebs
Scaramuchio - Gerhard Unger
Najade - Lisa Otto
Dryade - Grace Hoffman
Echo - Anny Felbermayer
Haushofmeister - Alfred Neugebauer
Ein Lakai - Otakar Kraus
Ein Perückenmacher - Erich Strauss
Ein Tanzmeister - Hugues Cuénod








sábado, 16 de maio de 2009

Elektra por Bohm

sem muitos prolemas, R. Strauss foi um dos compositores que deram continuidade a música de Wagner, sem pereder a sua originalidade, e depois ele desevolve umk sentido mais puxado para Mozart. Karl Bohm tinha um profundo conhecimento sobre Strauss tanto como pessoa, como profissional. Em sua carreira Bohm regeu as de algumas de suas ópera, e parte da fama do repertório de Strauss foi pregada por este Almemão com um nome tão subjetivo, Bohm.

As interpretações de Elektra de Bohm são das mais elogiadas, quem nunca ouviu falar do trio que ele formou Nilsson-Rysanek-Resnik em viena? E da famosa versão de Rysanek sobre o papel de Elektra? Ou ainda do duo de Jean Madeira e goltz em Viena? Todos estes grupos são derivados das versões de Elektra de Bohm, sempre com uma regencia precisa e de muito bom gosto. Os burocrátas da DGfizeram por bem chamarem.

A soprano Inge borkh conquistou fama com sua Elektra. Ela possuiu uma versão só comparada a de Varnay e Nilsson. Borkh nunca possuiu uma voz tão pesada como a de suas concorrentes, mas vez um trabalho incrível nesta ópera. Ela consegue um tom muito interessante em seu primeiro monologo e Faz cenas obscuras junta a interpretação MARA de Jen Madeira. O ponto fraco é a Chrysothemis de SEch. Mas vai.

Elektra by Richard Strauss performed in German
Conductor Karl Böhm - 1960(STU)
Orchestra - Dresdner Staatskapelle
Chorus - Dresdner Oper
Elektra - Inge Borkh
Chrysothemis - Marianne Schech
Clytemnestra - Jean Madeira
Aegisth - Fritz Uhl
Orest - Dietrich Fischer-Dieskau
Ein alter Diener - Siegfried Vogel
Ein junger Diener - Gerhard Unger
Die Schleppträgerin - Hermi Ambros
Die Vertraute - Renate Reinecke
Der Pfleger des Orest - Fred Teschler
Die Aufseherin - Ilona Steingruber(-Wildgans)
1. Magd - Cvetka Ahlin
2. Magd - Margarethe Sjöstedt
3. Magd - Sieglinde Wagner
4. Magd - Judith Hellwig
5. Magd - Gerda Scheyrer



http://www.4shared.com/file/93097611/850ba46e/Elektra_Bohm_CD1.html
http://www.4shared.com/file/93083412/ad849f5d/Elektra_Bohm_CD2.html