domingo, 31 de maio de 2009

Die Walkure por Furtwangler





Infelizmente, Furtwangler somente gravou esta parte do ring em estúdio, mas já foi o suficiente para imortalizar esta gravação. Ele consegue fazer um trabalho interpretativo com um desenho oruestral montado sobre isto de forma imensurável. Ele faz momentos bruscos desde que inicia-se a ópera anunciando um clima de guerra que concretiza-se no II ato. Sua versão faz uma visão clara dos interpretes de forma tão saborosa, e bonita. As interpretações de todos os cantores vem de forma genial, com conhecimento perfeito da música de Wagner, destaque para Sieglinde de Rysanek, muito mais jovem que no seu ring com Bohm, e faz uma dupla muito boa com Suthaus, coisa que repetiria em uma versão com Karajan ao vivo.
Die Walküre by Richard Wagner performed in German
Conductor Wilhelm Furtwängler - 1954(STU)
Orchestra - Wiener Philharmoniker
Siegmund - Ludwig Suthaus
Sieglinde - Leonie Rysanek
Hunding - Gottlob Frick
Brünhilde - Martha Mödl
Wotan - Ferdinand Frantz
Fricka - Margarete Klose
Gerhilde - Gerda Scheyrer
Ortlinde - Judith Hellwig
Waltraute - Dagmar Schmedes
Schwertleite - Ruth Siewert
Helmwige - Erika Köth
Siegrune - Herta Töpper
Grimgerde - Johanna Blatter
Roßweiße - Dagmar Hermann

http://www.4shared.com/file/102562806/c6f5fd6f/DieWalkure_Furtwangler_1.html
http://www.4shared.com/file/102573050/d92eb372/DieWalkure_Furtwangler_2.html
http://www.4shared.com/file/102582886/b11cc906/DieWalkure_Furtwangler_3.html
http://www.4shared.com/file/102607012/e89a2eb3/DieWalkure_Furtwangler_4.html

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Pelleas at melissande por Cooper

Quando fala-se em ópera, Pelleas et Melissande é uma das principais, e ainda merece ser cnsiderada esta gravação, que não tem um elenco francês, mas uma compreenção que me deixa perplexo. A música captada ao vivo tem uma qualidade de som muito boa, como querendo provar algo, que não há ordem para boas gravações não importa a data. Busquei a imagem ao lado, por que é de praxe que deveria ter algo impressionista, mas nem só por isto, é pelo mar, presença marcante na obra de Debussy. Vale a pena ouvir a delicada voz de Sayão ao menos uma vez.
Mélisande ............... Bidu Sayão

Pelléas ................. Martial Singher

Golaud ..................Lawrence Tibbett

Arkel ................... Alexander Kipnis

Geneviève ............... Margaret Harshaw

Yniold .................. Lillian Raymondi

Médico .................. Lorenzo Alvary
Metropolitan Opera Orchestra Metropolitan

Opera Chorus

Emil Cooper

Nova York, 13 de janeiro de 1945.



quarta-feira, 27 de maio de 2009

Salome por Karajan

O timbre de Behrens mudou muito com o tempo, por vários motivos, em sua atuação como Brunnhilde, em 1989 vc comprova isto. Ela tinha um timbre perfeito para Salomé em 1978 quando ela gravou com Karajan. Se adequava claramente ao quesito: Voz de Isolda, com atuação de uma adolecente. Ela tinha uma voz doce, delicada e suave, muito sedutora como fica clara em "Ich will nicth bleiben". Sua personalidade mais possessiva fica mais presente em "Ich wunsche mit ihm zu sprechen" por exemplo. Em "Du Wirst das fur mich tun, Narraboth, nicht mahr?" Berhrens faz um trabalho com a voz, em que não a uma pronuncia tão preocupada quanto com a sensualidade. Ela torna-se envolvente, e aos sons da orquestra de Viena, com a batuta de Karajan ela consegue fazer mágica, tornando a personagem e os sopros da orquestra com uma extrema beleza, nunca vista de igual grandeza. A severidade de João Batista é perfeita na personagem que JOsé vam Dam mostra-se um baixo-barítono potente, claro e de frases marcantes. Ele tem uma voz forte, em que a personalidade de João Batista é posta a nbossas frentes com todo um trabalho completíssimo. Sua voz envolve com a de Behrens criando duas personalidades distintas. O homem santo e a mulher profana. Essa união surge uma mússica marcante que ecloda apartir do primeiro olhar da Salomé a João Batista. A apaixonada Salomé surge inicialmente em "Jochanann! Ich bin verliebt..." Em que Behrens desenvolve um timbre tão apaixonada que poucas sopranos conseguiram. Pois ela não cai em execessos, ela fica apaixonada claramente, com um timbre muito bonito, e um lirismo, mesmo em passagens tão dramáticas. Ela faz um show até em seu último apelo direto, em que João Batista volta para sua cova. Surge depois de um interlúdio a voz de Herodes e Herodias, casal antipático que Bohm conseguiu ficar aquém, e Baltsa ainda estava muito nova para Herodias, pois ela era mais nova que Behrens!!!

A regencia de Karajan sobrepõe a vários momentos, mas fica claro que esta é talvez a melhor Salomé já gravda. Só comparada a de Solti, Moralt, Krauss e Sinopoli.



Salome by Richard Strauss performed in German
Conductor Herbert von Karajan - 1977-78(STU)
Orchestra - Wiener Philharmoniker
Salome - Hildegard Behrens
Jochanaan - José van Dam
Herodes - Karl-Walter Böhm
Herodias - Agnes Baltsa
Narraboth - Wieslaw Ochman
Ein Page - Helgä Angervo
Erster Nazarener - Jules Bastin
Zweiter Nazarener - Dieter Ellenbeck
Erster Soldat - Gerd Nienstedt
Zweiter Soldat - Kurt Rydl
Ein Cappadocier - Helge von Bömches
Ein Sklave - Horst Nitsche
Erster Jude - Heinz Zednik
Zweiter Jude - David Knutson
Dritter Jude - Gerhard Unger
Vierter Jude - Martin Vantin
Fünfter Jude - Erich Kunz

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domingo, 24 de maio de 2009

Lulu por Ludwig

Lulu pe uma ópera que pode ser destacada por vários aspectos: Sensualidade, Realismo exagerado, A falta de idealização, As cenas violentas, os vários casamentos da "heroína", seu clima obscuro musicalmente falando... Mas o que para mim é mais claro é TEATRALIDADE. Ludwig sabia disto muito bem. Ele busca que haja um clima bem de teatro, desde um começo com um tema de circo, a pronuncia impecável do alemão, em que perde algumas características da voz para a prórpia fala da cantora. Como eu ouvi uma vez: "lulu não é um papel com muitas dificuldades tecnicas, é um papel em que a cantora tem que ser uma grande atriz, encarar o seu papel e sua sensualidade. Por isto o destaque de cantoras com vozes menores, ou de diferentes timbres como Teresa Stratas a Anja Silja. [...] Stratas mesmo, sua voz não funciona no palco, mas no estpudio ela prova ser uma grande atriz".
Falando em teatralidade, a soprano Annaliese Rothenberger, tem um curriculo interessante. Participou ativamente em um repertório em que sua voz melhor dispos, o de Mozart, mas fez um trabalho muito bom em Strauss, ms sempre ligado a compossições em alemão. Sua voz era dotada de um conhecimento grande do papel de Lulu quando ela o gravou, não por telo cantado várias vezes no palco, mas pro que ela realmente o estudou.
Lulu é uma ópera em que só treês personagens merecem discussões, Lulu, a Condessa e Alwa. Para Lulu há um drama em que a ersonagem tem que se motrar uma psicopata como Leticia Sabatella faz em "Caminho das Índias". Lulu vária da sensualidade a moral de forma incrível, mas é uma pscicopata. A Condessa tem que ser uma mulher que ama, dentro já do escandalo homossexual em que o personagem encontra-se. Uma personagem como ela foi algo polêmico, mas mostra que estas coisas não datam de hoje. ela tem que ser uma mulher que ama, e ter um timbre belo, rico e cheio, como o de Meyer (a Waltraud Meier, uma gramde mezzo de nosso tempo, tambpem cairia muito bem neste papel), mas a amesma voz treatal de Lulu é para a Candessa. Alwa é o tenor com um timbre tambpemn muito bonito, mas com as mesmas teatralidades, neste personagem exige-se mta coisa para a teatralidade como o que pede-se ao pintor.
a regencia de Leopold é dotada de toda a sensualidade e lirismo que a ópera é pedida. Mas em Lulu é nescessário. Ele aproveita-se das sensuais passagens de lulu com uma forma diferente a visão de outros, creio que é a melhor versão, depois da de Boulez. Melhor que é a´única digna da de Boulez para concorrer com esta.
O libreto de Lulu é enorme, e quem á o viu sabe bem o que digo, mas esta versão é antes do terceiro ato estar completado, graças ao escandalo de Helen Berg.

Lulu by Alban Berg performed in German
Conductor Leopold Ludwig - 1967(LC)
Orchestra - Hamburger Staatsoper
Lulu - Anneliese Rothenberger
Gräfin Geschwitz - Kersten Meyer
Dr Schön - Toni Blankenheim
Alwa - Gerhard Unger
Schigolch - Kim Borg
Der Maler - Erwin Wohlfahrt
Der Prinz - Jürgen Förster
Eine Theater-Garderobiere - Maria von Ilosvay
Der Theaterdirektor - Karl (Carl) Otto
Der Athlet - Benno Kusche
Der Gymnasiast - Elisabeth Steiner
Ein Kammerdiener - Kurt Marschner
Der Tierbändiger - Benno Kusche
Der Medizinalrat - Ernst Wendt

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sábado, 23 de maio de 2009

Ariadne auf Naxos por Karajan


Segundo minhas fontes esta foi a primeira gravação de estúdio de Aridne. Karajan prova como era um bom regente nela. No prólogo, nós temos um recitativo alternado de algumas árias e cenas muito mais para o comico, nele surge um personagem que se destaca entre os demais: O compositor. Nele Strauss encaminha uma Mezzo, mesmo que ele foi muito bem interpretado por grandes sopranos, e aqui nós temos quem o próprio Strauss alegou ser a melhor interprete de o compositor: Seefried. Ela tem uma voz sólida como o compositor quiria, e consegue adaptar-se bem as qualidades vocais exigidas. O papel não é díficil, e por isto mesmo é díficil marca-lo com uma boa interprete.Na ópera, em que o ambiente é considerado mais sério, austero. Surge um nucléo cômico, o de Zerbinetta (Rita Streich) e um seríssimo, o de Ariadne (Elisabeth Schwarzkopf). A ópera começa já com um prelúdio TDB bem souva e as ninfas numa linda forma de connteplar o sono e sofrimento de Ariadne. Este trio é comandado por Nayde (Lisa Otto), grande soprano, que mostra-se mto bem em suas qualidades vocais. o trio entra em uma perfeita harmonia em vocalizes, que são interrompidos por Ariadne, que acorda mostrando-se uma música mais dramática. Nas frases como "Und ist ja doch kein Lebe, das ich lebe!" (Não é nenhuma vida, essa que que eu vivo!) ela tem que mostrar um núcleo de dramáticidade que a nossa diva alemã Schwarzkopf desempenha com extrema facilidade, mas mostrando o sentimento de perda.A segunda parte deste primeiro monologo é o sonho de Ariadne, que é trabalhado de uma forma bem diferente. Nesta parte pe que Ariadne tem que mostrar-se uma moça com uma voz mais lírica e sonhadora, om um tanto de exigencias mozartianas. As frases são bem trabalhadas e dotadas de um lirismo que poucas conseguiram. Schwarzkopf é uma dessas poucas. Depois temos mais uma interrompição para a grandeária de Ariadne "Es gibt ein Reich, wo alles rein ist:" (Existe um reino, um lugar onde tudo é puro). Nesta ária além de uma soprano potente e sonhadora ela tem que ter momentos de um sentimento de vitoriosa, alternando com a tristeza que vem logo em seguida. O trabalho feito por Ariadne é imenso, não em dificuldades tecnicas, mas mais para interpretativas, pois num geral este papel é considerado fácil.
Zerbinetta interrompe, e decide ter uma conversa de mulher para mulher, nesta parte é que surge a grande dificuldade tecnica: a ária de Zerbinetta. Meu Deus! Que ária difícil! Rita Streich deve ter parado de cantar o papel ao vivo com medo disto se bovear. Mas Streich da um show por dois motivos; primeiro é que nós não estamos num lugar onde ela pode desafinar, já que é um estudio. Sopranos experientes já pisaram na bola nas coloraturas desta ária (diz a lenda que até Natalie Dessay, mesmo que eu não creio nisto). Streich consegue manter a jovialidade da personagem e a tecnica sem errar em nada, é um milagre que Karajan tenha a escolhido, e não outro regente como Bohm, já que era a maior candidata para este papel a D. Hilde gunden, mui amiga de Karajan, digasse de passagem; Segundo Streich sempre foi uma soprano que só canta quando está muito segura sobre umm papel, e só cantou Zerbinetta, e em estúdio por estar SEGURA.
Para fechar a ópera é nescessário um grande tenor, que tenha mais voz que tecnica, mas que consiga ser imponente, este é o Baco (Rudolf Schock), que consegue ser o grande salavador para o lindo duo final. Ele tem que ter um timbre claro, víril, e uma pronuncia maravilhosa, mas tem que ser apaixonado. Schock tenta e consegue alguma coisa, não muito.
A regencia de Karajan é muito boa, pois é pontuada quando nescessária, e altamente "sem compassos", em outros momentos. ele extrai da orquestra que foi criada pelo marido se Schwarzkopf (Lege), a Philarmonia Orchestra, o seu melhor, vale a pena estagravação se voce busca um prazer, principalmente a parte denomindada "ópera". Baixe e comente.




Ariadne auf Naxos by Richard Strauss performed in German
Conductor Herbert von Karajan - 1954(STU)
Orchestra - Philharmonia Orchestra
Ariadne - Elisabeth Schwarzkopf
Komponist - Irmgard Seefried
Zerbinetta - Rita Streich
Bacchus - Rudolf Schock
Musiklehrer - Karl Dönch
Harlekin - Hermann Prey
Truffaldin - Fritz Ollendorf
Brighella - Helmut Krebs
Scaramuchio - Gerhard Unger
Najade - Lisa Otto
Dryade - Grace Hoffman
Echo - Anny Felbermayer
Haushofmeister - Alfred Neugebauer
Ein Lakai - Otakar Kraus
Ein Perückenmacher - Erich Strauss
Ein Tanzmeister - Hugues Cuénod








Madama Butterfly por Molajoli

O sucesso de Butterfly é um dos mais antigos, prova disto é que em 1921 foi gravada a primeira gravação completa da ópera, mas aqui nos temos uma gravação de 1928, quando a ópera era algo muito mais admirdo que hoje. Nesta época havia canotores míticos que nós nunca ouvimos as suas vozes. Dentro deste universo surge a voz de Pampinini, a tpipica diva italiana da primeira metade do séc. XX. Nela você percebe que ela encara o papel como uma italiana, um mulher apaixonada, e omo toda a diva, que quer sua intepretação marcante no LP. Ela não chega na recata Butterfly dos dias de hoje, em que Butterfly é intimidista. Não, a sua butterfly é um sonho mais solto. Não que as outras estejam erradas, mas é só pelo fato de termos uma visão diferente da que para nos hoje é imposta. Sua Butterfly é mais ativa que a das outras, entede?
Obvio que muito perdeu-se com uma gravação de 81 anos(!), as vozes estão um tanto diferente do que nos pensamos ser na hora. Mas não importa. A interepretação está muito inressante. Voce tem uma real regencia italiana de Molajoli. E reais cantores que viveram o espírito italiano da época, como registro histórico esta gravação é muito importante., buscando aspectos que nunca mais seriam buscados com tanta qualidade. A voz de Grabda está um tanto que mais aguda que o que temos hoje, pela sua escola de canto... Faz ele mostra-se totalmente capaz para o papel. A regencia de Molajoli favorece sua visão do papel, que é muito bonita, mas não chega aos pés da de Bergonzi. Temos como sempre uma boa susuki, esta é a nossa querida Velasquez, que mostra-se muito bem junto ao Sharpless de Vanelli, que é tão bom. mesmo que Velasquez tenha uma pronuncia do italiano diferente vale a pena, pois o "più" dela são mais exagerados dos que são cantados hoje, e com razão.
A maior prova de lirismo em Butterfly é "Un Bel di Verdremo", e em Butterfly ela utiliza-se muito bem de sua voz a sua interpretação é sofrida.
A regencia maravilhosa de Molajoli consegue romance no I ato, tensão no II ato, e dor no III ato. Ele usa o acorde de Butterfly como fose um sonho.
A qualidade da gravação é boa, melhor do ring de Furtwangler com Flagstad, mas há uns bons chiados, que é possivel ignorar. è MARAVILHOSO.

1928

Regente: Lorenzo Molajoli


Teatro Alla Scalla

Rosetta Pampanini (Cio-Cio-San)


Conchita Velasquez (Suzuki)


Alessandro Granda (B.E Pinkerton)


Cesira Ferrari (Kate Pinkerton)


Gino Vanelli (Sharpless)


Giuseppe Nessi(Goro)


Aristide Baracchi (Prince Yamadori)


Salvarore Baccaloni (The Bonze)


Lino Binardi (The imperial Commissioner)


http://www.4shared.com/file/81041609/140597c7/1928_-_Madama_Butterfly__MalajoliPampaniniVelasquezGranda_.html

Un Ballo in Maschera por Abbado

esta ópera de Verdi ficou conhecida primeiramente pela sua complicada história. Verdi a compos com base na história de Guilherme III, um rei da Suécia, morto numa festa. Mas na época, por causa de problemas internos que a Itália sofria, uma peça com este conteúdo foi censurada. Verdi mudou o local para os EUA em Boston e mudou os nomes ára noemes com a mesma métrica Guilherme virou Riccardo. A música desta ópera a estabeleceu como uma das mais representadas de hoje em dia. A música é dotada de uma incrível fusão entre o amor o drama político e a questão moral, todas muito presentes em quase todas as óperas de Verdi, se formos analissar. Em Un Ballo in Maschera há um rei que é cnstituido por um papel perfeito para um tebnor dotado de todo o drama pscicológico que o papel exige. Com certeza é um papel que qualquer tenor gostária de Cantar. Pavarotti e diStefano, em minha opnião foram os que melhor captaram a alma do personagem. Pavarotti o dotou de um lirismo e qualidades que nunca foram alcassadas. diStefano deu um drama pessoal ao personagem que eu nunca vi. Em sua atuação ao vivo creio que ele está melhor que no estúdio pois ele faz dialogos tensos de forma rápida criando um drama intenso, e ao mesmo tempo não perde as qualidades de um grande tenor italiano que ama no II ato. Não podemos esquecer de um, se não o grande nome que fez o melhor trabalho no personagem: Gligli (sic, é meio tarde para quem acordou as 1h da matina). O nosso grande tenor assimcitado fez um trabalho incrível, com um sentimento único. Nesta gravação temos um grande tenor, e um grande papel. Domingo canto Riccardo com uma voz que só Deus lhe deu, mas ele não consegue alcançar tão bem o que o personagem pede na I cena do I ato, primeiro pela visão de Abbado da obra, segundo ele nunca teve um conhecimento da partitura de Riccardo como Pavarotti. Na II cena do I ato temos uma grande ária para tenor, que exige um grau de dramatícidade que só Bergonzi conseguiu (outro mito quando fala-se do papel de Riccardo). Domingo usa um timbre grave horrível e desnecessário, não quero reclamar de Domingo, mas esta atuação não é para ele, deveria ter deixado outro cara.
Outro grande personagem nesta ópera é Renato, que é interpretado pelo grande Renato Bruson, que não estava num bom papel, que é melhor desempenhado por algum cara com um timbre mais sólido naquela área. Bruson tem uma das mais belas vozes que e já ouvi, mas sua versão de Renato não é mto boa.
Por mais estranho que seja, acho que Gruberova não canta mto igual dissem, acho sua voz um pouco feia, e seu Oscar dá um show de tecnica, mas é feio toda vida com aquela voz irritante dela.
A Amelia de Ricciarelli é dotada de um misto entre a boa pronuncia do italiano que ela tem, mais um drama pessoal que a propria personagem passa por amar algué, que não é seu marido, sua interpretação deveria ter cido mais vigaz, mas ela tem uma linda voz e faz bem. Fica com momentos um tanto ardidos, como Aprille Millo faz em Aida, o que eu não gosto, mas ao mesmo tempo ela consegue um lirismo na segunda parte do segundo ato.
Os outros personagens, em destaque Ulrica sçao mto bem cantados.
Abbado é um grande regente, mas não é um Carlo Giulini da ópera italiana, ele até é italiano, mas não tem uma regenci italiana, deixando oibra as vezes lerda demais durante momentos de tensão, e pesada em momentos mais leves, mas é uma gravação que vale a pena por Plácido Domingo, Bruson e Ricciarelli.






VERDI: UN BALLO IN MASCHERA - ABBADO
RICCARDO Placido Domingo
RENATO Renato Bruson
AMELIA Katia Ricciarelli
ULRICA Elena Obrztsova
OSCAR Edita Gruberova
SILVANO Luigi De Corato
SAMUEL Ruggero Raimondi
TOM Giovanni Foiani
Coro e Orchestra del Teatro alla Scala
CLAUDIO ABBADO
http://www.4shared.com/file/89595185/c4f5cb53/Un_Ballo_in_Maschera__Abbado_CD1.html
http://www.4shared.com/file/89738977/5662867f/Un_Ballo_in_Maschera__Abbado_CD2.html