domingo, 19 de abril de 2009

Mamada Butterfly por Gavezzi

há coisas que se comenta, há coisas que vc somente ouve e diz "Oh" e4sta Butterfly é isto, De los angeles é perfeita, só isto que eu posso dizer.



Cio Cio San - Victoria de los Ángeles

Pinkerton - Giuseppe di Stefano

Sharpless - Tito Gobbi

Suzuki - Anna Maria Canali

Kate Pinkerton - Maria Huder

Goro - Renato Ercolani

Il principe Yamadori - Arturo La Porta

Lo zio Bonzo - Bruno Sbalchiero

Il commissario imperiale - Arturo La Porta

L'ufficiale del Registro - Arturo La Porta

Teatro de Opera de Roma
Giandrea Gavezzi

http://www.badongo.com/file/10338230


http://www.badongo.com/file/10338510

O barbeiro de Sevilha por Lopez-Cobos

Quabndo vc fala sobre um grande regentenós pensamos de cara Karajan, Solti, Furtwangler, Abaado... Mas pensemos bem quando se fala de Bel-canto, ás vezes um Karajanda vida mais atrapalha que ajuda. Pode até ficar legal no prelúdio, mas depois... Cantores que nos vem a mente, principalmente para quem gosta de Wagner como eu, também não ia ser a melhor das versões de "La Sonnabulla" com uma soprano como Hildegard Behrens...

Bel-canto é uma das coisas mais saborasas que a arte italiana operítisca conquisto, tanto por ser uma arte que exige muito na tecnica, quanto pelo proprio fato que as histórias bel-cantistas, buscam acima de tudo o ludismo, a diversão, não uma "nova dimensão de arte" como caras como Wagner. NO bel-canto, os libretos são quando comicos, cheio de piadas, que até hoje fazem um sorriso, sair, mesmo sendo literalmente do tempo de minha Tataravô (se é que não é mais velha). Quando um drama, é um dramalhão em que os poemas viram uma coisa única, desde de cenas de amor a cenas de loucura (como em Lucia Di Lammermoor).

José de Alencar, gostava tanto de Donizetti,e principalmente de Lucia di Lammermoor que em a "pata da gazela" ela a descreve desta forma: "o mais sublime poema de melancolia que já se escreve na lingua dos anjos" .

Mas num geral, people não menosprezemos o bel-canto, nem sua previsibilidade, pois é um genero rico e dono de uma coisa que ninguém chegou perto. E por isto que fiz as comparações de Bel-canto no começo. Nesta gravação não temos nenhum cantor exageradamente bom (a melhor em minha opnião é a deliciosa Rosina de Jenniffer Larmore). Mas a regenci, junto a qualidade de gravação dão um complemento especial. Jesus Lopez-cobos, consegue uma música gostosa, com agilidade certa, mesmo que nem sempre ele exagera, pois um cantor como Håkan Hagegård não consegue uma pronuncia tão rápida do italiano como um Ruggero Raimondi...

As vozes de Alessandro Corbelli e Samuel Ramey estão em ´tima forma, maravilhosa mesmo. Já a versão de Il conde Almaviva por Raul Gumenez somente prova que sua tecnica sobre o bel-canto é razoável, pois há interpretações melhores como a de Juan Diego Florez (na minha opn~ião o melhor Almaviva de todos os tempos).

Håkan Hagegård tenta, mas não é perfeito. A interpretação de Jennifer Larmore é muito interessante, mas principalmente érfeita para seu encorpado timbre que fica muito para papeis como Rossina, Isabella e La Cerentonela. Ela está em melhor performace que em sua "Carmen" e adquire coloridos e coloraturas perfeitas sem ficar com um registrto agudo feio, e sem cor, ao contrário, sua vpz fica maravilhosa.

Ainda temos a vopz de Barbara Frittoli no papel minuscullo de Berta, mas que faz bem. Só há um defeito que o maestro coloca muitos piú pianíssimos, sem nescessidade. A orquestra de Genova é boa para estas interpretações de bel-canto, onde a voz entra em superioridade, e a prquestra adquire um sentimento italiana maravilhoso.

Mas a gravação de Rossini vale a pena. Ta aí.

Figaro - Håkan Hagegård
Il Conte Almaviva - Raúl Giménez
Rosina - Jennifer Larmore
Dr. Bartolo - Alessandro Corbelli
Don Basilio - Samuel Ramey
Berta - Barbara Frittoli
Fiorello - Urban Malmberg

Orchestra - Orchestre de Chambre de Lausanne
Chorus - Grand-Théâtre de Genève

Jesús López Cobos



http://www.4shared.com/file/85141370/1b408cf9/Il_Barbieri_di_Siviglia_Lopez-Cobos_CD1.html

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Parsifalpor Levine

é inquestionável o nfato que o MetOpera se tornou a casa de ópera mais importa das américas, se não do mundo. E isto não é de hoje. O MetOpera ostenta e pode. Mas o assunto não é só este, temos ak uma gravação com a casa oferecendo sua orquestra e coro, além de um de seus regentes mais influentes, que é James Levine. Plácido Domingo consegue num só passo um auge que poucos conseguiriam, não é? Ele pode até não ser o mellhor tenor para Wagner, mas repito, vale o esforço. Jessye Normancomo Kundry (é para ficar feliz ou desconfiar?) a voz da soprano é leve para o papel, e ele tem uma visão de algumas cenas com um gosto duvidoso, mas como sempre Mrs. Norman tem um potencial e capacidade interpretativa que faz de novo um shw, ela consegue fazer igual em Sieglinde, em que sua voz ficava pouco doce e elea contornou a situação uma Sieglinde rica em emoções, em Kundry é o mesmo, ela consegue fazer uma complexade maravilhosa nas emoções da mulher, e na miunha opn~ião ela se juntou em seu tempo com Meier para ser uma das melhores Kunrys de seu tempo.

Nós temos um segubdo ato cheio de emoçoes, com a Kundry pesada, que perde um pouco de sensualidade, mas interessante de Jessye Norman. As vozes de James Morris e Kurt Moll, são the greatest voices for this roles in 90' yaers, isn't? I think who is better than Kurt Moll in his roles? But I'm a zero left, because(sic), somente sua opnião importa.

ak tá Parsifal com james Levine.

Parsifal: Plácido Domingo
Kundry: Jessye Norman
Gurnemanz: Kurt Moll
Amfortas: James Morris
Klingsor: Ekkehard Wlaschiha
Titurel: Jan-Hendrick Rootering
Chorus and Orchestra of the Metropolitan Opera,
cond. James Levine.

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domingo, 12 de abril de 2009

lady Macbeth of Mstensk por Rotrospovich

esta tem este elenco maravilhoso, uma gravação com todo vapor com toda a energia possível, meu é muito legal, e aquelas melodias dançantes, meu vale muito a pena. A voz de Vishnezskaya, Gedda e Cristoff estão em melhor forma. Vou acresentar mais depois...


as passafens são eletrizantes, vc não pode perder. álém disto, Vishnevskaya tem uma voz sexy (só a voz)
cast

Conductor Mstislav Rostropovich - 1978(STU)
Orchestra - London Philharmonic Orchestra
Chorus - Ambrosian Opera Chorus
Katerina Izmailova - Galina Vishnevskaya
Sergey - Nicolai Gedda
Boris Izmailov - Dimiter (Dimitar) Petkov
Zinovi Izmailov - Werner Krenn
Shabby Peasant - Robert Tear
Aksinya - Taru Valjakka
Teacher - Martyn Hill
Priest - Leonard Mróz
Police sergeant - Aage Haugland
Sonyetka - Birgit Finnilä
Old convict - Alexander Malta
Millhand - Leslie Fyson
Officer - Leslie Fyson
Porter - Steven Emmerson
Steward - John Noble
Coachman - Colin Appleton
First Foreman - Colin Appleton
Second Foreman - Alan Byers
Third Foreman - James Lewington
Policeman - Oliver Broome
Drunken Guest - Edgar Fleet
Sentry - David Beavan
Woman Convict - Lynda Richardson

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Tristan und Isolde por Thielemann

Eu queria falar mais sobre esta ópera, em umas das melhores gravações com cantores atuais, destaques para Voigt e Moser. Moser é um canhão dramático que já o ouvi pessoalmente, é maravilhoso, pena que é bem gordinho como era Voigt em 2003, sua voz está num bom estágio dramático e se torna junto com Eaglen, Daylaman e Schanaut as melhores Isoldes da atualidade na minha opnião.



Tristan und Isolde
Christian Thielemann
Wiener Staatsoper
Chorus - Wiener Staatsoper
Tristan - Thomas Moser
Isolde - Deborah Voigt
Brangaene - Petra Lang
Marke - Robert Hol
lKurwenal - Peter Weber
Melot - Markus Nieminen
Hirt - Michael Roider
Steuerman - In-Sung Sim
Stimme eines jungen Seemanns - John Dickie


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sábado, 11 de abril de 2009

Parsifal por Levine

Esta gravação se torna ao meu ver uma das mais importantes que já foram gravadas. Não por Plácido Domingo ou James Levine, mas sim por ser a última vez em que a soprano Gwyneth Jones cantou, por isto é que é importa falarmos muito dela.

Domingo já estava com ums boms anos de carreira quando começou a se dedicar a obra wagneriana, mesmo já tendo gravado papeis como lohengrin, ele começa apartir de 1988 com um trabalho ao lado de Sinopoli nas ópera Tannhauser e Der fliegende Hollander. Seu trabalho com a obra de Wagner, na minha opnião é meio italianizado, mas é exforçado, e creio que dos papéis wagnerianos o que melhor lhe coube depois de Lohengrin é Parsifal. Ele busca um aémão fiel, mesmo que ele tem agudos que ele faz igual quando canta Verdi oq não é muito legal para o meu ver.

James Levine foi um menino prodigio com um trabalho no MetOpera muito legal, ele é um regente muito energíco, e para alguns isto não é bom num trabalho Wagneriano, mas ele é muito interessante quendo se trata de momentos em que a energia aflora como no segundo ato de Die Walkure.

Mas o show mostra a perfeita forma da soprano Gwyneth Jones que termina sempre fiel ao repertório dramático, não baixando o timbre para papeis de mezzo-soprano, pois Jones é uma das poucas sopranos dramáticos que conseguiu um trabalho conservação vocal maravilhoso. Ela sempre cantou papéis como Ortrud, Brunnhilde ou Elektra, e nunca foi Klytämnestra ou Elsa, como suas companheiras Astrid Varnay, Leone Rysanek, Anja Silja... Ela teve um intenso repertório que poderia ter danificado muito sua voz se não fosse seu trabalho de conservação, como em paéis como Turandot, que estragam a voz de várias sopranos.
Numa carreira de 33 anos ela teve um trablho sempre com o mesmo repertório dramático e com visões surpreendentes, como sua Brunnhilde que gravou com Boulez, e em 1995 ainda cantava o papel no MetOpera de NY.

Sua Kundry tem lá seus problemas por causa da idade, mas fala sério ela consegue superar muitas das interpretes da concorrencia jovial, em 1995 as únicas que poderiam super-la ou iguala-la eram Meier (a melhor Kundry que podemos ter) e na minha opnião Jessye Norman.

As sensuais passagens obscuras do segundo ato são executadas com toda a eficaca da madura e gloriosa soprano.

O elenco tem nomes interessantes como Gurnemanz de Robert Lloyd que eu gostei muito. e Nomes como Paul Plishka. Vale a pena ouvir.


Metropolitan Opera House April 22, 1995

Parsifal


Parsifal................Plácido Domingo
Kundry..................Gwyneth Jones
Amfortas................Wolfgang Brendel
Gurnemanz...............Robert Lloyd
Klingsor................Donald McIntyre
Titurel.................Paul Plishka
Voice...................Stephanie Blythe
First Esquire...........Joyce Guyer
Second Esquire..........Kathryn Krasovec
Third Esquire...........Paul Groves
Fourth Esquire..........Charles Anthony
First Knight............Anthony Dean Griffey
Second Knight...........Raymond Aceto
Flower Maidens: Mary Dunleavy, Yvonne Gonzales Redman, Joyce Guyer, Kristine Jepson, Emily Pulley, Wendy White
Conductor...............James Levine

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Madama Butterfly: Tulio Serafim e Tebaldi

Volto a dizer que Tebaldi é uma das sopranos mais interessantes, e nesta gravação ela não está como em 1951, ela evoluiu, e o elenco subiu de nivel de vez. A voz de Tebaldi não é das mais delicadas, se formos pensar, mas sua capacidade interpretativa faz com que sua personagem seja uma das interpretações, se não a interpretação mais bonita da ópera.

Eu digo que nunca houve gravação que superasse esta, no máximo que ficasse a nivel, mas nunca superada. A voz de Bergonzi é trabalhado como o Pikerton perfeito, e ele está em melhor forma do que em sua também maravilhosa gravação com Renata Scotto. A regencia de Tulio Serafim é ral regencia de uma ópera italiana de facto, não há um momento em que eu pensei "Xí ele falhou", ao contrário, ele se torna um regente indiscritível que consegue mostrar seu dominio sobre as partiruas de Puccini de forma impressionante.

A voz de Fiorezza Cossoto é uma das mais belas que eu já ouvi, creiio que se fossemos eleger as 10 maiores mezzo-sopranos, Cossoto estaria nesta lista impatada com Christa Ludwig e Giulietta Simionata, com Certeza mesmo!!!

a orquestra continua a da academia de Santa Cecilia, o que não é nenhuma desvantagem, pois eu creio que Madama Butterfly é uma ópera em que algumas prquestras academicas (Como a experimental de repertório de São Paulo) dão para gasto, ao contrário de Turandot.

Meu eu nunca ouvi uma gravação que superasse esta com certeza, no máximo chega perto, tá aí então a Butterfly definitiva de Tebaldi, em minha opnião.


Cio-Cio-San: Renata Tebaldi
B. F. Pinkerton: Carlo Bergonzi
Suzuki: Fiorenza Cossotto
Sharpless: Enzo Sordello
Goro: Angelo Mercuriali
Bonze: Paolo Washington
Kate Pinkerton: Lidia Nerozzi
Prince Yamadori: Michele Cazzato
Comisario imperial: Virgilio Carbonari
Yakuside: Oscar Nanni


Orquestra e Coro Acadêmia Santa Cecilia
Tullio Serafin

gravção de estúdio realizada em 1958

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